20 de outubro de 2009

olá saudade, que não me esquece, que me entristece. que de vez em quando me faz quase morrer. olá saudade, que machuca, que arde. que quando me aparece, simplesmente me dilacera, como se mais nada no mundo funcionasse. olá saudade, da voz que tanto me domina, do perfume que tanto me cativa. olá saudade, que me arrasta todos os dias. olá saudade, hoje tu não quer ir embora, né? não vá, não vá. tu és a dor mais doce que eu conheço, como já diria shakespeare. fica um pouco mais, saudade. até eu voltar pra lá, até eu abraçar ele.