30 de setembro de 2009
ainda prometo descobrir se é a tua lembrança quem me distrai, ou se é a distração quem me leva os pensamentos até ti. a questão é que fico pensando, e pensando. lembro de cada detalhe, qualquer coisa que me faça rir sozinha. fico remoendo pedacinhos da gente e alimentando a saudade que cresce e continua crescendo até que meus braços estejam enrolados em ti. sei que são apenas poucas horas, no máximo um dia ou dois. mas a falta me deixa agoniada de vez enquando, coisa que tu resolve fácil com apenas uma conversa. como pode ser tão leve, doce, aveludado, lindo, e caber perfeitamente dentro do meu coração apaixonado?
eu preciso de ti. e não há meia palavra nisso. preciso. tu consegues se transformar em tudo ao meu redor quando está longe. as cores, o frio, o sol. tudo. e o mundo se transforma em um grande relógio com contagem regressiva pra tua volta. os batimentos cardíacos contam a cada segundo a tua falta. ansio pelo teu retorno. o motivo de eu acordar e ir dormir. o motivo da entrada e saída de ar nos pulmões. o brilho em tudo. o momento da despedida me soa mais difícil a cada ida, e o último abraço o mais aproveitado. ainda te prendo em meus braços, eu tenho toda a força do mundo pra te ter aqui. e fico contando as horas pra o nosso reencontro - mais uma vez.
29 de setembro de 2009
acho que a pior parte da saudade é a despedida. a conciência da tempestade que está por vir. a vontade de prender, de agarrar, não deixar sair por nada. me vem uma falta de ar, meus olhos ficam marejados. é pedir demais ti ter por perto? porque eu preciso de ti, não sei ser metade. quero ser inteira. quero sua boca no meu rosto, braços entrelaçados, palavras de esperança. quero sentir minha vida com o coração palpitando o mais próximo do teu que puder. quero te dizer que sou sua, que sempre vou ser, que tu tens poder sobre mim. quero tu aqui e quero agora.
eu nunca gostei do que foi fácil, sempre levei comigo que nem sempre o caminho mais fácil é melhor que o da dor. eu sempre gostei, achei melhor correr atrás, sofrer, lutar, decepcionar, esperar, pra conseguir oque eu queria. acho que penso assim porque sempre escutei: filha, tudo que vem fácil, vai fácil. e eu nunca quis que nada que realmente me importasse fosse embora, não tão rápido quanto me falavam. sempre foi assim, tanto aos amigos quanto nos amores. os fáceis, não duraram. os fáceis foram embora muito rápido, tão rápido que não me fazem a mínima falta. eu se quer me lembro deles! mas oque me assusta é esse vicio, eu posso até dizer essa loucura que és tu pra mim. já fazem cinco meses que eu tento, que eu luto, que eu sofro, morro de vontade, me seguro pra não cometer loucuras por ti, isso me deixa assustada, nunca imaginei que ia sentir essa 'atração' por uma pessoa que eu nunca toquei os meus lábios. é forte, é muito forte. alguns dizem que isso passa de atração, outros dizem que isso é só uma tentaçãozinha e que quando o dia que eu esperava a cinco meses acontecesse eu ia ver que não é nada disso, mas também tem gente que acreditava que esse dia nunca iria chegar. eu fico curiosa, afinal isso tem nome? que sentimento é esse? eu digo, não tente entender, nem eu mesma entendo. mas na real eu entendo oque eu sinto, eu sei de cada palavra que falo pra ti, são palavras sinceras e verdadeiras, as que tu gosta de escutar. e esse sentimento é algo que já não cabe mais em mim, é algo que eu já não tenho mais palavras pra descreever.
28 de setembro de 2009
eu já disse tantas coisas repetidas, tantas coisas que tu deve estar cansado de saber. mas como não há novas palavras pra que eu possa expressar oque sinto, eu vou fazer como sempre fiz, dizer o quanto especial tu és pra mim. algumas coisas acontecem sem agente querer, sem agente esperar, assim como entre tantos erros e acertos, tantas palavras que pesam tanto quanto uma tonelada de cimento em nossas costas, aqui estamos, juntos. eu não sei se tu pensas como eu penso hoje em dia, e nem sei se sente o mesmo ao ouvir aquela música que faz lembrar de nós, e nem sei também se o amor pode mudar, só sei que mesmo que eu queira, eu tento, mas eu não sei viver sem ti, mesmo com essa distância, eu não sei viver sem as coisas que por mais que sejam banais, venham de ti, os toques no celular, as mensagens, as conversas no msn, entre tantas coisas. e, eu não saberei viver sem teu sorriso, sem teu abraço, não depois de hoje. eu só queria estar por perto, não importa de que forma, eu só sei falar de ti pra todo mundo, eu só sei dizer o quanto eu sou feliz por sentir isso por ti e também, não me canso, nunca de contar pra quem queira ouvir, essa nossa história. e bom, eu quero que saibas que mesmo em tempestades ou dias ensolarados, eu vou estar aqui, querendo estar contigo, querendo falar contigo e querendo te ter por perto o tempo todo. e me desculpe qualquer coisa, uma palavra, uma atitude e por eu ser assim, como eu sou. mas, no final acho que isso não importa, não importa mesmo, eu não sei ser alguém perfeita e nem sei falar nada que comova ninguém, mas eu sei te amar, só te amar.
para Daniel Medina .
é como se eu não estivesse dentro de mim mesma. os ruídos pareciam tão longe, a risada parecia algo totalmente planejado.. soava diferente! as respostas comportavam palavras que não tem a mesma segurança ao serem pronunciadas, precisava pensar mais de uma vez e ainda assim ficava em dúvida. todos os assuntos vieram a mente e ao mesmo tempo, nenhum. tu diria 'ah, relaxa, só te deu um branco', mas branco é o reflexo, a base de todas as cores e eu naquele momento não via cor alguma. a esturidão tomava de tal forma que os olhos nublavam. nublavam até o mais escuros dos pretos. e tuas palavras bombardearam meu peito. a ponto de não conseguir respirar, a ponto de não conseguir falar. mas oque posso fazer? existe um sentimento que vai além daquele sentido no momento. simples assim.
25 de setembro de 2009
em uma tarde realmente perfeita e bela estamos longe, mas é primavera. já faz horas que eu tô pensando em ti me controlando pra não me perder. já é noite e eu me perdi em todas as frases que eu fiz pra ti, letras, palavras e lágrimas descartadas. sempre que escrevo é pra ti, te ver sorrir, retribuir oque me faz sentir. e dizer, que eu quero ficar todos os meus dias contigo e realizar os teus sonhos e teus desejos, ver nosso amor brilhar. em uma tarde realmente perfeita dizer que contigo quero ficar ouvir os teus desejos, ver nosso amor brilhar.
24 de setembro de 2009
amor pra mim tem que ter frases. de nada serve dizer que um olhar vale mil palavras! eu quero sentir ouvir e ler . então, por favor, diga. qualquer coisa , qualquer frase, qualquer palavra perdida, fale. ou escreva. mas , eternize. palavras foram criadas pra fotografar o coração. então não poupe o mundo da tua essência. palavras são precisas. lindas em tua pureza de ser dita. bem dita! não precisa fazer pose. deixe acontecer. se a garganta der nó e a sílaba não sair, escreva (como faço na maioria das vezes)
22 de setembro de 2009
20 de setembro de 2009
agente se depara com cada coisa hoje em dia e acaba meio que fazendo um balanço ou até comparando a nossa vida com a de qualquer outra pessoa. eu, por exemplo, acabo de me deparar com esse pensamento: porque algumas pessoas tem tanta, mais tanta sorte que quando lhes acontecem algo elas nem ligam tanto assim, meio que: - ah! normal isso. pessoas 'sem sorte' como eu iriam largar foguetes e tudo mais caso algo que queiram muito lhes chegasse, ou eu tô enganada?!. não é inveja, nada disso, é meio que uma indignação por essas pessoas 'com sorte' que não valorizam isso. e eu nem sei o porque desse texto agora, não era nada disso que eu tinha em mente pra escrever.
19 de setembro de 2009
eu não sei, nunca soube exatamente oque se passa na tua cabeça, e nessas horas como essa, eu queria saber dos teus problemas, dos teus medos e conflitos e tudo que te deixe assim pra baixo, e resolvê-los sem deixar rastros pelo caminho pra que no futuro não voltassem a te atormentar. eu não sei, nunca soube, mas eu queria saber fazer mágica, pra que todos os teus dias fossem dias de sol, de alegria, de sorrisos, sim, dos mais belos sorrisos teus, esse sorriso que eu me lembro á cada manhã que eu acordo e pelo resto do dia, e que não consigo e nem quero te imaginar sem ele. eu não sei, eu não sei de tanta coisa dessa vida, eu não sei porque algumas feridas não fecham, porque umas pessoas não se esquecem, porque ainda existe tanta solidão, porque o amor não pode ser recíproco. eu sei e sempre soube que eu quero te ver feliz, te ver conquistando tudo oque mais desejas, te ver mostrando esse sorriso aos quatro cantos pra quem quiser ver. eu não sei, nunca soube por quanto tempo esse sentimento ainda vai continuar pulsando aqui dentro. mas eu sei que enquanto ele existir, de mim tu vai receber as mais belas palavras de conforto e ajuda que tu já teve. eu não sei, nunca soube dizer pra alguém o quanto é grande o sentimento e de o quanto eu sou capaz de ir por essa pessoa. mas eu sei e sempre soube que por ti eu não tenho vergonha de dizer tudo oque sinto, tudo oque se passa aqui dentro, que por ti eu vou mais além se for preciso, eu não tenho medo de dizer que te amo e mesmo assim não receber nada em troca. eu não sei. mas talvez eu saiba, porque escrevi.
18 de setembro de 2009
eu não sei como ele espirra ou como é que ele coça a barba quando tá crescendo. eu não sei qual é o cheiro de suas têmporas, nem em quantos segundos ele vira um copo com água. se para na metade do copo pra respirar. e, se para na metade, se coloca o copo de volta na pia. e, se me comeria ali mesmo, antes do segundo gole, se por acaso eu me enfiasse entre ele e a pia, entre ele e o copo, entre ele e a sede, entre ele e a fome. são coisas que eu nunca soube a teu respeito. mas, todos os dias, ele é comido pelo meu desejo. não é um desejo de joelhos, pulsos e cotovelos, é um desejo encefálico que se transfigura em fálico, é a tua inteligência que eu tenho vontade de chupar pra dentro da minha. oque eu sei a teu respeito é só um pedaço de ombro, braço, rosto e pescoço. e é esse pedaço que eu desejo. existem olhos que não são quaisquer olhos e são esses que estou indo encontrar. existem olhos que são úmidos de oceano e eu aqui, olhando o nada, nessa cadeira que eu olho os meus olhos não encostam, eles atravessam o tecido, sem rasgar ou ferir, eles atravessam o céu sem perfurar estrelas fincadas. deve ser nessa hora, quando o nosso olhar se perde, que enxergamos a morte, a morte o tempo todo nos rondando, uma fera que se alimenta dos restos de segundos que largamos pra trás, para que assim ela aceite não nos matar. é a vida quem alimenta a morte até o segundo insustentável, eu não sei em quantos segundos a morte vira um copo de água ou se ela me comeria ali mesmo em orgasmos agudos que me doem por dentro da vida. e quando eu olhar nos olhos dele? e quando eu tirar a máquina de tuas mãos, com urgência, a tua roupa, o teu medo, beijar a tua boca, a morte nos rondando, engolindo os nossos segundos e arrotando todo esse tempo que estivemos longe, e quando eu puxar pra perto e ele estiver por dentro, e quando eu tocar a tua língua com a minha e nascerem árvores de plástico como é que vai ser? será que o mundo vai tampar os ouvidos? será?
17 de setembro de 2009
15 de setembro de 2009
eu sou as histórias que vivi, as conquistas que me orgulhei, os momentos que sofri e sorri, motivos que gritei, as alegria que compartilhei, as tristezas que dividi, os sorrisos que distribui, as gargalhadas que dei, as lágrimas que chorei e desperdicei, as paixões que construí, os caminhos que escolhi, os namorados que namorei, as pessoas que amei, vidas que juntei, pessoas que me apaixonei, os amigos que conquistei, as matérias que aprendi, as dúvidas que tirei, os abraços que troquei, as lembranças que guardei, os sentimentos que cultivei, a saudade que sinto dos amigos distantes, a infância que eu recordo, a dor de não ter dado certo, de não ter falado na hora, a emoção de um trecho de livro, a cena de rua que me arrancou lágrimas, eu sou o que eu sinto . eu sou os brinquedos que tive, as brincadeiras que brinquei, amarelinhas que pulei, gangorras que subi, balanços que balancei, redes que deitei, jogos que joguei, as gírias que usei, os segredos que guardei, as fantasias que imaginei, os sonhos que realizei, as músicas que cantei, os passeios que fiz, as viagens que fui, as ruas por onde andei, as lojas que visitei, as cartinhas que escrevi, as comidas que provei, os livros que li, os presentes que ganhei, os filmes que assisti, o mundo que imaginei, o calor ou frio que senti, as perguntas que fiz, as respostas que dei, as frases que falei, os lugares que visitei, as coisas que acreditei, as broncas que levei, os elogios que recebi, noitadas que virei, festas que dancei, shows que cantei, desejos que realizei, fins que terminei, recomeços que comecei, brigas que enfrentei, confusões que me meti, confissões que fiz, decisões que tomei, refrigerantes que bebi, erros que cometi, acertos que valorizei, mundos que descobri . eu sou minha praia preferida, a minha comida favorita, a música da minha vida, a minha dança criativa, as minhas roupas sapatos bolsas óculos brincos e coisas compradas, os cadernos que usava, as cantoras que gostava, as bandas que escutava, as coleções que colecionava, as minhas revistas guardadas, as minhas fotos tiradas, os meus CD’s gravados, os meus livrinhos escritos, as minhas folhas desenhadas, aquele amor platônico que vivi, a conversa séria que tive um dia com minha mãe, eu sou o que eu lembro.
há certas coisas que acontecem em nossas vidas sem que agente espere que aconteça. assim como aquela vez em que eu estive aí, eu fui por diversão, pra sair do tédio, e passar o tempo, eu não esperava encontrar um grande amor. há certas chances em nossas vidas em que agente nunca agarra, assim como as vezes em que agente pode se esbarrar e apenas ignorou tudo isso e continuamos seguindo as nossas vidas normalmente. não sei se tu acreditas em destino, mas se não for isso, oque mais poderia ser? são tantos fatos que me levam a pensar que já tava tudo pronto pra gente, e ao mesmo tempo, que esse sentimento todo nasceu tão sem querer, e que sem querer eu sinto tua falta. sem querer eu te quero por perto, quero que tu sejas meu, sem querer eu quis te chamar de meu amor. e sabe, eu não tenho medo se eu estiver do teu lado, eu não tive medo de enfrentar nada quando eu soube que ali do meu lado poderia ter alguém pra segurar a minha mão e falar que tudo ficaria bem. e eu queria que tu soubesse, que nada, nem ninguém é mais forte que tudo isso que eu sinto, e que as vezes nem cabe em mim.a distância, diferenças, pessoas, obstáculos, nada disso vai fazer com que eu desista de te fazer o guri mais feliz do mundo.
entendo que o tempo passa rápido demais, mais nunca termina. entendo que pra cada coisa que agente sofre, mais tarde existe uma recompensa, entendo que existem erros perdoáveis, e pessoas toleráveis. não entendo, porque algumas feridas não fecham, não entendo porque umas pessoas não se esquecem, não entendo porque o tempo 'não cura'. entendo que são coisas controláveis que nos fazem felizes. entendo que nos dias mais cinzas, o sol pode aparecer. entendo que existe sentimentos contrários. não entendo, porque ainda existe tanta solidão. não entendo porque algumas pessoas não são capazes de olhar para o seu próprio umbigo. não entendo porque as vezes, eu mesma sinto falta. não entendo porque os sentimentos se disperçam no ar, como se nunca tivessem existido. não entendo porque que eu não entendo. e eu até entendo, que eu estou longe de ser perfeita, mais não entendo, porque os defeitos nos outros são sempre menores que os meus. não entendo porque o amor é sempre maior e menor. não entendo. não entendo porque, porque acho que sou cega demais pra entender as coisas que só eu me permito decifrar talvez. continuo não entendendo, porque existe maldade, e as pessoas são desumanas. não entendo porque todo mundo entende antes do que agente. não entendo porque agente ama sem saber de nadinha. entendo que o amor faz bem. mais não entendo, porque (raramente) acaba tão rápido. não entendo porque não vai pra frente, evolui ou melhora. não entendo porque pra mim é tudo, e pro outro é nada, ou as vezes pro outro pode ser tudo, pra mim nada. não entendo porque eu sinto mais, porque eu sinto menos. entendo que ninguém é obrigado a gostar de ninguém. entendo que amor vem com o tempo. mais sei que o tempo não é a resposta. não entendo quando acho que to certa, e na verdade só eu to errada ou vice-versa. entendo que é custume apertar na mesma tecla e sei, que continuar errando é burrice. queria entender, porque que agente não faz o amor crescer quando na verdade, agente tá dando tudo de nós. mas ninguém ve isso. vai entender né. entendo que alguns amores são platônicos e não entendo porque amores platônicos não são recíprocos. na verdade mesmo, entendo que eu amo e se amar requer coragem , amor de verdade, paciência, bom humor e tal, não entendo porque fiz esse texto ou talvez , se eu mudar de idéia, vou entender porque escrevi.
8 de setembro de 2009
eu sou um pouco de solidão, um pouco de desatenção, um punhado de queixas, mas não posso mudar o fato de que todo mundo pode ver essas cicatrizes.
eu sou oque quero que tu queira, oque quero que tu sinta, mas é como se não importasse oque eu faça, não posso convencê-lo a simplesmente acreditar que isso é real.
eu sou um pouco insegura, um pouco sem confiança, porque tu não entende, eu faço oque posso mas as vezes não faço sentido.
eu sou oque tu nunca quer dizer, mas eu nunca tive a mínima dúvida, é como se não importasse oque eu faça, eu não posso convencê-lo a simplesmente me ouvir pelomenos uma vez.
eu sou oque quero que tu queira, oque quero que tu sinta, mas é como se não importasse oque eu faça, não posso convencê-lo a simplesmente acreditar que isso é real.
eu sou um pouco insegura, um pouco sem confiança, porque tu não entende, eu faço oque posso mas as vezes não faço sentido.
eu sou oque tu nunca quer dizer, mas eu nunca tive a mínima dúvida, é como se não importasse oque eu faça, eu não posso convencê-lo a simplesmente me ouvir pelomenos uma vez.
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