14 de julho de 2009

Este é um poema de amor, tão meigo, tão terno, tão teu. É uma oferenda aos teus momentos de luta e de brisa e de céu. E eu, quero te servir a poesia numa concha azul do mar ou numa cesta de flores do campo. Talvez tu possas entender o meu amor, mas se isso não acontecer, não importa, já está declarado e estampado na linhas e entrelinhas deste pequeno poema, o verso, o tão famoso e inesperado verso que te deixará pasmo, surpreso, perplexo... eu te amo, eu te amo .